Nossa reunião viva-voz por skype nesta terça-feira durou aproximadamente 30 minutos. O objetivo principal foi avaliar e entender a situação do novo sistema de pagamento BPag.
No site MZ, o usuário brasileiro tem várias opções de pagamento, inclusive pelo BPag. O depósito via conta Bradesco é o mais rápido porque o sistema BPag funciona pelo Bradesco. O depósito por boleto é o mais lento. Vamos olhar os passos do processamento do boleto:
- O usuário escolhe a opção do boleto e imprime o mesmo.
- Se o boleto gerado não for usado num depósito, ou se houver um erro na hora da impressão, esta transação será cancelada automaticamente dentro de alguns dias.
- O passo normal seguinte é do usuário levar seu boleto e pagá-lo num banco ou numa agência que aceita pagamentos de boletos bancários.
- O dinheiro depositado vai para uma conta central do MZ Brasil.
- Uma pessoa precisa coletar regularmente os dados dos depósitos dos boletos (via acesso desta conta), e então copiar e colar os dados para então enviá-los para o BPag (boldcron).
- A empresa BPag tem pessoas que então adicionam manualmente estes valores nas contas dos usuários brasileiros.
Ao entender este processo, tanto o Johan como o Sten estavam bastante assustados pelo fato de exigir 2 passos dependentes de seres humanos (passo 5 pelo auxiliar do MZ no Brasil, e passo 6 pela boldcron). Um comentário que surgiu foi: “Estamos em pleno século 21, fazer este trabalho do jeito que está sendo feito não é somente ultrapassado, é também contraproducente.”
Fato é que, se demorar para processar o passo 5, o passo 6 fica pendurado no ar e depois sobrecarregado ao receber os dados. De fato, isto aconteceu na primeira semana de Setembro, quando ainda não existía acesso à conta bancária por internet para passar os dados para o passo 6.
Dona Crewsa não estava contente com isto, mas aparentemente a BPag está trabalhando na implementação de um sistema automatizado (puxa, tá na hora né!).
Fato é que o MZ no Brasil já utilizou 2 tipos de sistemas de pagamento, e este é o terceiro. Nenhum atendeu satisfatoriamente a todas as necessidades do usuário brasileiro e da Crew. Na visita ao Brasil, o presidente e vice do MZ irão avaliar uma 4a opção. Esta talvez poderia centralizar todo processamento de finanças em termos de América do Sul.
Sobre o funcionamento do MZ no Brasil, ficou claro que surgiu, nos últimos meses, um mal entendido. O parceiro do MZ brasileiro, apesar de registrar a empresa (CNPJ) no Brasil, não é uma entidade própria, e sim, apenas um braço auxiliar. A empresa existe apenas para cumprir com as leis brasileiras, permitindo o movimento de dinheiro, parcerias mais fáceis com empresas nacionais, e outras coisas. Os comandantes do MZ foram, são e continuarão sendo os desenvolvedores suecos do game. É desta maneira que funciona em todos países (com pequenas adaptações em pouquíssimos países, como na China). E os assistentes brasileiros prestam contas à Crew, e não ao braço auxiliar brasileiro. Apesar de que nos últimos meses o corpo de assistentes começou a funcionar debaixo deste mal entendido, esperamos que agora tudo tenha ficado esclarecido.
Para não envolver desnecessariamente o braço auxiliar brasileiro da Crew, e para deixar mais claro que quem está no comando é o Johan e Cia., esta nova pessoa ajudando no Brasil trabalhará mais afastada dos assistentes, e apenas entrará no quadro para auxiliar numa situação nacional que a Crew ou os GAs não saibam o que fazer.
Com isto, a Crew também deseja que este auxiliar dê mais atenção para a área de marketing e parcerias nacionais. Pessoalmente acredito que, por ser uma pessoa ligada à departamentos de marketing de emissoras de TV, estamos ganhando uma grande rede de contatos e novas possibilidades para o game no Brasil.
Na última semana de Setembro e no início de Outubro, os dois chefões do MZ estarão visitando vários países sulamericanos. Nesta viagem, também terão a oportunidade de verificar os processos do sistema brasileiro para buscar melhorias e solidificar o que funciona bem. Haverá também uma reunião interessante com a empresa do nosso amigo e dirigente do Choveu na Horta, para explorar as possibilidades de finalmente entrar no mercado nacional de celulares.
Uma nota final. O MZ sempre foi e sempre será “user-driven”, ou seja, os usuários tem um forte dizer e uma grande influência sobre o rumo do game. E sugestões para melhorias, tanto de funções no game como de funcionamento no Brasil, sempre serão bem-vindas pelos chefões. Obviamente o usuário precisa seguir os canais de comunicação do game para apresentar estas idéias ou sugestões. Não tem como a Crew atender todos usuários diretamente.